Uma pesquisa eleitoral realizada em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, apresenta um retrato do comportamento dos eleitores do município para as disputas de deputado estadual, deputado federal e governador de Goiás.
O levantamento foi realizado pela EXATA.GO Pesquisa Ltda., tem como data de referência 25 de agosto de 2026, ouviu 400 pessoas e está registrado sob o número GO-04133/2026.
Os dados apontam cenários bastante diferentes de acordo com o cargo pesquisado. Para deputado estadual, a intenção espontânea de voto aparece mais concentrada. Na disputa federal, predomina a ausência de uma escolha definida. Já para governador, mais da metade dos entrevistados respondeu que não sabe em quem votar ou que não escolheria nenhum dos nomes apresentados.
Keké registra 35,25% para deputado estadual
Na pesquisa espontânea para deputado estadual, Keké aparece com 35,25%, equivalente a 141 dos 400 entrevistados.
A opção “Nenhum” registra 15,50%, enquanto Anderson Teodoro aparece com 14,50%.
Outros 10,25% disseram não saber ou não responderam.
Zé da Imperial aparece com 8,25%, seguido por Baiano dos Cocos, com 5,50%.
O levantamento registra ainda Cambão, com 3,00%; Abadyas Damasceno, com 2,50%; Pábio Mossoró, com 1,75%; Felipe Galdino, com 1,50%; Ribeiro do Túlio, com 1,25%; e André do Premium, com 0,75%.
O resultado completo é:
- Keké — 35,25%
- Nenhum — 15,50%
- Anderson Teodoro — 14,50%
- Não sabe/não respondeu — 10,25%
- Zé da Imperial — 8,25%
- Baiano dos Cocos — 5,50%
- Cambão — 3,00%
- Abadyas Damasceno — 2,50%
- Pábio Mossoró — 1,75%
- Felipe Galdino — 1,50%
- Ribeiro do Túlio — 1,25%
- André do Premium — 0,75%
Como a pergunta foi realizada de forma espontânea, os entrevistados não receberam uma lista de candidatos. Nesse tipo de levantamento, os percentuais também ajudam a indicar o nível de lembrança dos nomes junto ao eleitorado naquele momento.
Deputado federal tem cenário mais aberto
Para deputado federal, a pesquisa apresenta um grau maior de indefinição.
A opção “Nenhum” aparece com 37,50%, equivalente a 150 entrevistados.
Outros 32,25% não souberam ou não responderam.
Somadas, as duas categorias alcançam 69,75% da amostra, mostrando que quase sete em cada dez pessoas entrevistadas não citaram espontaneamente um candidato a deputado federal.
Entre os nomes mencionados, Professor Alcides aparece com 8,00%, seguido por Bruno Peixoto, com 6,00%.
Lêda Borges registra 3,75%, Daniel Agrobom 3,25% e José Nelto 2,50%.
Lucas Vergílio tem 1,25%. Célio Silveira, Dra. Zeli, Glaustin da Fokus e Ricardo Quirino aparecem com 1,00% cada.
Yvelônia registra 0,75%, enquanto Adriana Accorsi, Flávia Morais e Magda Mofatto aparecem com 0,25% cada.
O resultado indica que, no momento da pesquisa, a corrida para deputado federal apresentava um eleitorado consideravelmente menos definido que a disputa estadual.
Governo de Goiás: Daniel Vilela aparece com 20%
No cenário estimulado para governador de Goiás, a maior parcela dos entrevistados, 30,50%, respondeu que não sabe em quem votar.
Outros 22,75% escolheram a opção “Nenhum”.
Entre os nomes apresentados, Daniel Vilela, do MDB, registra 20,00%.
Marconi Perillo, do PSDB, aparece com 17,25%, enquanto Wilder Morais, do PL, soma 8,25%.
Luis César Bueno, do PT, registra 0,75%; Luciana Amorim, da UP, aparece com 0,50%; e Danilo Pinheiro Evangelista da Silva, do PCO, registra 0,00%.
Resultado para governador
- Não sabe — 30,50%
- Nenhum — 22,75%
- Daniel Vilela (MDB) — 20,00%
- Marconi Perillo (PSDB) — 17,25%
- Wilder Morais (PL) — 8,25%
- Luis César Bueno (PT) — 0,75%
- Luciana Amorim (UP) — 0,50%
- Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO) — 0,00%
Somados, “Não sabe” e “Nenhum” chegam a 53,25%, percentual superior ao obtido individualmente por qualquer um dos candidatos apresentados.
O dado mostra que a disputa pelo Governo de Goiás ainda tem um contingente expressivo de eleitores sem uma preferência consolidada entre os entrevistados de Águas Lindas.
Pesquisa mede rejeição para deputado estadual
O levantamento também avaliou a rejeição espontânea aos nomes para deputado estadual.
Quando questionados sobre em qual candidato não votariam de jeito nenhum, 57,75% responderam que não rejeitam ninguém.
Outros 20,00% afirmaram rejeitar todos.
Entre os nomes citados individualmente, Zé da Imperial aparece com 5,25% de rejeição.
Baiano dos Cocos registra 4,50%, seguido por Anderson Teodoro, com 3,75%, e Abadyas Damasceno, com 2,50%.
Keké aparece com 1,75%; Cambão com 1,25%; Felipe Galdino com 1,00%; André do Premium e Pábio Mossoró com 0,75% cada; Joscielene do Mangão com 0,50%; e Ribeiro do Túlio com 0,25%.
Os índices de rejeição não devem ser comparados diretamente com a intenção de voto, pois são indicadores distintos. Enquanto um mede preferência, o outro aponta os nomes em que o entrevistado declara que não votaria.
Águas Lindas apresenta diferentes níveis de definição eleitoral
Os números apontam que o estágio de definição do eleitor varia significativamente de acordo com a disputa.
Para deputado estadual, Keké aparece com 35,25% na resposta espontânea, percentual superior ao dos demais nomes citados.
Para deputado federal, a soma de “Nenhum” e “Não sabe/não respondeu” alcança 69,75%, revelando um cenário ainda bastante aberto.
Na disputa pelo Governo de Goiás, 53,25% dos entrevistados aparecem nas opções “Não sabe” ou “Nenhum”.
Por se tratar de uma pesquisa realizada exclusivamente em Águas Lindas de Goiás, os números retratam o comportamento dos entrevistados no município e não podem ser automaticamente projetados para todo o Estado ou para todo o Entorno do Distrito Federal.
O levantamento representa uma fotografia do momento da coleta e não deve ser interpretado como previsão do resultado das urnas.
Dados técnicos divulgados
Instituto: EXATA.GO Pesquisa Ltda.
Município: Águas Lindas de Goiás
Registro: GO-04133/2026
Data da pesquisa: 25/08/2026
Base: 400 entrevistas
Deputado estadual: resposta espontânea
Deputado federal: resposta espontânea
Governador: resposta estimulada
Rejeição estadual: resposta espontânea
As peças divulgadas com os resultados não apresentam, nos gráficos fornecidos, informações sobre margem de erro e nível de confiança. Por isso, a análise deve permanecer limitada aos percentuais publicados pelo levantamento.
